
“Entre margens” é talvez o lugar mais exacto para situar o trabalho de Carlos Brandão Lucas, que levantou as pedras do meio do caminho, ali postas há séculos como se fizessem parte da paisagem, e desatou a fazer perguntas. Entre margens, Brandão Lucas empoleirou-se no meio de um rio e começou a contar o que não cabe na cronologia dos arquivos.
O trabalho assinado por Carlos Brandão Lucas só não é “um voo cego a nada” por três razões. Porque o seu autor é um zeloso guardador de rebanhos, porque nunca esquece de que lado nasce o mar e, sobretudo, porque nunca trairá a memória dos homens, aquela que dá à "gente remota" um lugar na História.
Sem nunca perder de vista o rigor histórico e as fontes, Carlos Brandão Lucas seguiu no seu trabalho o ritual da memória como alicerces de uma ponte que permite aos homens conhecerem-se e aproximarem-se.
Carlos Brandão Lucas (d)escreve - e Marina Brandão Lucas fotografa (preciosamente) e produz - o testemunho daquilo que viu, tentando devolver-nos toda a integridade do seu deslumbramento, na sua unicidade original.
Não sei se chegará onde nos levará esta "grande viagem", porque é muito larga a água que corre entre estas margens. Sei que se a vocação multicultural deste trabalho é irreversível, pela trajectória que iniciou em torno da memória que nos une e que é, provavelmente, a nossa condição maior de sobrevivência .
O trabalho assinado por Carlos Brandão Lucas só não é “um voo cego a nada” por três razões. Porque o seu autor é um zeloso guardador de rebanhos, porque nunca esquece de que lado nasce o mar e, sobretudo, porque nunca trairá a memória dos homens, aquela que dá à "gente remota" um lugar na História.
Sem nunca perder de vista o rigor histórico e as fontes, Carlos Brandão Lucas seguiu no seu trabalho o ritual da memória como alicerces de uma ponte que permite aos homens conhecerem-se e aproximarem-se.
Carlos Brandão Lucas (d)escreve - e Marina Brandão Lucas fotografa (preciosamente) e produz - o testemunho daquilo que viu, tentando devolver-nos toda a integridade do seu deslumbramento, na sua unicidade original.
Não sei se chegará onde nos levará esta "grande viagem", porque é muito larga a água que corre entre estas margens. Sei que se a vocação multicultural deste trabalho é irreversível, pela trajectória que iniciou em torno da memória que nos une e que é, provavelmente, a nossa condição maior de sobrevivência .
Armandina Maia
http://www.instituto-camoes.pt/encarte/insulardocbl.htm
http://www.apordoc.ubi.pt/docs%20portugueses/Filmes/a_grande_viagem.htm
http://www.apordoc.ubi.pt/docs%20portugueses/Filmes/a_grande_viagem.htm
http://www.asportasdomundo.org/cinema-e-video/201cem-nome-do-divino-brasil201d-de-carlos-brandaolucas
http://www.museuhistoriconacional.com.br/mh-e-405.htm
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